Ubiratan de Assis: um agitador cultural

Personagens que fizeram e que fazem a história de Cajazeiras

Ubiratan Pinheiro de Assis, o Bira, é advogado por formação, foi bancário e é ator por vocação e profissão. Nasceu em Cajazeiras, no dia 10 de novembro de 1953, filho de Paulo Assis e Clizelite Pinheiro Assis.

Foi aluno do Instituto Santa Terezinha, do Colégio Diocesano Padre Rolim e do Colégio Estadual. Formou-se em Direito pela Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais do Instituto Paraibano de Educação (IPÊ), em João Pessoa e é Mestre em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia.

Irrequieto e com forte espírito de liderança, assumiu postos de direção em inúmeros órgãos culturais e sindicais, a exemplo do Grupo de Teatro Amador de Cajazeiras, presidente da Federação Paraibana de Teatro Amador, presidente da Associação Universitária de Cajazeiras, presidente do Grupo de Teatro Bigorna, de João Pessoa, secretário da Confederação Nacional de Teatro Amador, diretor do Teatro Íracles Pires, diretor do Sindicato dos Bancários da Paraíba, um dos fundadores e Diretor de Cultura do Centro de Tradições de Cajazeiras (CTC), Diretor de Cultura da Associação Paraibana de Imprensa, dentre outras inúmeras direções e presidências de órgãos ligados ao teatro e a poesia.

Ator, diretor e escritor, iniciou a sua carreira artística em 1974, no Grutac e escreveu peças teatrais, dirigiu uma dezena delas e atuou em outras dezenas de espetáculos e ao longo de sua vida recebeu diversos prêmios, dentre eles: Melhor Ator (Fé Ré), no Festival de Inverno de Campina Grande (1975); Prêmio Nicolau Carlos Magno, auferido por Pascoal Carlos Magno (1975); Declamador do Ano (Associação Paraibana de Poesia- 1975); Melhor Diretor (Burgueses ou Meliantes) no Festival de Inverno de Campina Grande (1985); Melhor Espetáculo (POETEA), na IV Mostra de Esquetes D’ Artes – UFPB (1999).

Bira tem outras inúmeras premiações, mas a cidade de Cajazeiras foi premiada ao tê-lo como o “agitador/animador” da terra que se diz ser da “cultura”. Um cidadão despojado de vaidades e tem como símbolo maior de sua vida um imensurável amor e orgulho pela terra que lhe serviu de berço.

COM INFORMAÇÕES DO GAZETA DO ALTO PIRANHAS

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