Ricardo Luiz: história de trabalho e dignidade


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O dia 03 de abril de 1924 ficou marcado na história da família do Senhor Ricardo Luiz de Andrade. Natural do Sítio Várzea de Cacimba, na época, município de São João do Rio do Peixe, hoje, Santarém, Seu Ricardo, como é carinhosamente chamado por todos, é um exemplo de cidadão honrado, trabalhador e identificado com a região sertaneja da Paraíba.

Casou-se com Dona Maria do Socorro de Andrade, há 55 anos. Do casal, nasceram sete filhos: João Ricardo de Andrade (empresário em São Paulo), Luiz Ricardo de Andrade (comerciante em Cajazeiras), Alaíde Anacleto de Andrade (diretora financeira do Grupo Rio do Peixe), José Gonzaga Sobrinho-Deca (titular do Grupo Rio do Peixe), Antonio Ricardo de Andrade (diretor administrativo do Grupo Rio do Peixe), Geraldo Ricardo de Andrade (missionário da Congregação Servo Coração de Jesus, em Campos Sales-Ceará), e José Adailton de Andrade (diretor de transportes do Grupo Rio do Peixe).

Não perdeu a identidade e o prazer pelas atividades agropecuárias. Continuou sendo um dos grandes produtores rurais de Cajazeiras, contribuindo para o desenvolvimento sócio e econômico do município e da região.

A tendência pelo comércio, inclusive, levou os filhos a enveredar pelos mesmos caminhos. A bodega iniciada em Santarém e depois transferida para Cajazeiras, contribuiu para surgimento do Grupo Rio do Peixe, atualmente, consolidado e conhecido em vários estados brasileiros, gerando muitos empregos e impulsionando a atividade econômica.

Em 1950, ainda com atuação na área agrícola de Santarém, Seu Ricardo instalou sua primeira mercearia no referido distrito. Em 1970, se transfere para Cajazeiras, passando a residir no Bairro de Capoeiras. Na terra do Padre Rolim, sua primeira atitude foi plantar um roçado no Sítio Guaribas. Em seguida, se estabeleceu na Rua Padre Manoel Mariano, com uma banca de cereais em frente ao Armazém de Seu Arcanjo. Anos depois, abriu uma nova mercearia. Foi na Rua Padre José Tomaz, vizinho a Antonio Figueiredo.

Católico fervoroso e devoto de São Francisco, Seu Ricardo era um homem alegre e demonstrava muita felicidade. Afirmava que o seu maior divertimento era o trabalho. Acordava cedo, tomava providências relacionadas ao cuidado com o gado, gostava de visitar as lojas do filho José Gonzaga, e ainda conseguia um pouco de tempo para jogar dominó com os amigos.

Faleceu em abril de 2001.

COM INFORMAÇÕES DO GAZETA DO ALTO PIRANHAS

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