[REUDESMAN LOPES] Estou certo ou errado?


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Como sempre faço desde que tenho um tempinho, dei uma chegadinha lá no comércio dos amigos Suélio e Sá. Gosto de conversar e muito com ambos e o papo, claro, futebol, Flamengo, Atlético e Paraíba. E, nesta prosa, fui sabedor que alguns atleticanos não estavam gostando dos nossos comentários, e conforme me foi passado, a queixa seria para a minha dureza com relação aos jogadores e ao futebol atleticano nesta temporada.

Para início de conversa digo que, não existe ninguém mais atleticano que nós, somos daquele que chora de amor pelo trovão azul do sertão, ajudei e ajudo-o sempre que sou chamado a colaborar. Entretanto, sou convicto da minha responsabilidade que preservo e preservarei enquanto imprensa: quer como colunista, cá neste espaço, e ou comentarista, lá no Rádio Alto Piranhas.

São funções que sempre tenho o maior zelo quanto à ética e a honestidade para com os meus leitores e os meus ouvintes, naquilo que é a minha responsabilidade, escrever e comentar noticiar, passando sempre o que entendo como verdade. Assim dito, adianto que, não repassei nada mais que à realidade que está sendo melancolicamente vivenciada por todos os atleticanos e principalmente para aqueles que como nós tem o sentimento de anunciar a verdade, que infelizmente neste momento, nos penaliza sobremaneira.

Desde o primeiro momento, ainda na era Paulo Sales, que escrevi e comentei que o Atlético era um time que tocava demasiadamente a bola para trás e para os lados, que não fazia uma boa recomposição defensiva e que estávamos lentos, isso na parte tática e na parte individual, falei da falta de muitos jogadores para determinadas posições que naquela oportunidade as via de extrema necessidade, entre eles o famoso 10 que até este momento o time ainda não conseguiu o jogador.

Com o início do campeonato paraibano, com adversários melhor qualificados, deu no que estamos a comprovar a cada jogo do time, seis jogos, dois pontos ganhos, lanterna absoluta na nossa mão, apenas um gol anotado, resumindo: vergonha e vexame. Pois bem, não falei e tão pouco escrevi, nada do que não ficasse comprovado a cada partida e que não fosse a dura e cruel vida dos atleticanos. Tem mais, na edição passada do Gazeta, escrevi o quanto seria difícil se arrumar um time em plena competição.

Agora, precisamos juntar os cacos e tentar organizar o time para não figurarmos, novamente, na segunda divisão do campeonato paraibano em 2017. Faça a sua reflexão sobre o que escrevo e falo sobre a temporada 2016 do Atlético até este presente momento. Estou certo ou errado?

Cajazeiras fora – A Paraíba foi contemplada com a construção de cinco Centros de Iniciação ao Esporte (CIE), que é um projeto do Ministério do Esporte para estimular o treinamento esportivo no Brasil. Os municípios de Bayeux, Campina Grande, João Pessoa, Patos e Santa Rita vão receber os polos esportivos, que têm o objetivo de oferecer noções de 13 modalidades olímpicas. Ao todo, 245 municípios em todo o país vão ser contemplados. Todos os polos vão contar com ginásio poliesportivo com arquibancada para 177 lugares e área de apoio, administração, sala de professores/técnicos, vestiários, chuveiros, enfermaria, copa, depósito, academia e sanitário público.

Ele falou isso? – Problemas na defesa, no ataque e no meio de campo. Segundo Cleibson Ferreira, este foi o time que ele encontrou quando chegou para assumir o Atlético de Cajazeiras. E apesar de ainda não ter conquistado nenhuma vitória, nem ter visto seu time marcar um gol sequer após os dois jogos à frente da equipe e continuar na lanterna do Grupo B, ele diz que houve melhoras no Trovão Azul. – Tive que identificar os problemas e corrigir por partes. A equipe levava gols em todos os jogos e não fazia, como ainda não vem fazendo. Mesmo assim, tínhamos que corrigir o posicionamento defensivo urgentemente, e conseguimos. Foram dois jogos sem levar gols. Ou seja, conseguimos corrigir muitos defeitos do time – declarou.

BOLA DENTRO – Para a rápida reação da direção do Paraíba Esporte Clube. Após mais um fracasso, aliás, já programado, derrota para o Botafogo, Tiko agiu rápido, demitiu o treinador e dispensou cinco jogadores. Pela atitude, NOTA 10!

BOLA FORA – Para a direção do Atlético Cajazeirense de Desportos. Mesmo após mais uma humilhação em Cajazeiras, e muitos reclames da “noitada” de alguns jogadores, nada foi feito para minimizar falhas graves. Pela falta de atitude, NOTA 0!

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