Meu obrigado

A COLUNA DE RAFAEL HOLANDA

A você que foi paz nos meus momentos de dificuldades, que enxugou minhas lágrimas com o seu lenço da ternura, que mostrou a arte de seguir adiante mesmo a frente de uma estrada que perdeu a sua ponte, meu obrigado.

A você que soube compreender as minhas aflições, que partiu em busca do meu soluço, mesmo sem perguntar a que distância eu pudesse se encontrar, que rezou de forma perfeita e a luz de Deus me acalmou, muito obrigado.

A vida é um perfeito palco de um teatro, onde as pessoas vivem o que não vivem e imitam o que não são, e com isso são capazes de fazer da própria vida o seu teatro intimo e viver das misérias alheias.

O ciclo da vida apresenta manifestações indeléveis para os que são ofendidos, mas se tornam silenciosas para os que agridem, e com isso não podemos cantar a glória de passar por esta estrada sem deixar alguém com rancor.

O ideal é que toda semente que passasse por nossas mãos tivesse a capacidade de germinar apenas boas ações, mas muitos carregam na sua intimidade a capacidade de mudar de forma genética o que é bom em maldade.

Eu tenho a certeza que durante minha vida contribui com as coisas belas da vida, apesar de não me sentir um santo, pois as minhas passadas pelos caminhos por onde andei com certeza levei um pouco dos meus erros.

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