Desembargador Siro Darlan, natural de Cajazeiras, é suspeito de soltar presos por propina


Presidente da 7ª Câmara Criminal do Rio, o desembargador Siro Darlan é suspeito de receber propina para soltar presos durante plantões judiciais. Darlan é investigado em inquérito do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que apura a venda de sentenças no fórum da capital. As informações são do jornal O Globo.

Em outros dois casos investigados pelo STJ, segundo a reportagem, decisões de Darlan teriam beneficiado detentos. Segundo o Globo, em um dos casos, um detento fez acordo de colaboração premiada onde declarou ter ouvido de outro preso que, segundo um intermediário do magistrado, o valor para a soltura seria, inicialmente, de R$ 120 mil. E que depois de negociações, o valor cairia para menos da metade e poderia ser dividido em duas parcelas.

Além dos inquéritos no STJ, Darlan também é alvo de uma representação na presidência do TJ-RJ, assinada pelos outros quatro desembargadores da 7ª Câmara, e uma investigação no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para apurar faltas disciplinares.

O desembargador, que nasceu em Cajazeiras (PB), demonstrou surpresa ao receber a notícia sobre o inquérito do STJ em que aparece como investigado, segundo o Globo. “Darlan afirmou que estava a par da reclamação disciplinar instaurada no CNJ a respeito da suspeita de que um suposto intermediário dele teria recebido propina de Abbud. O magistrado declarou ainda não se recordar da ocasião em que concedeu liberdade a Abbud”, diz a publicação.

COM INFORMAÇÕES DO METRÓPOLES

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