Juvêncio Carneiro e sua trágica estória de amor

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Zé Coêlho, o homem do cartório

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O Açude de Boqueirão (2ª parte)

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Alguns amigos, conterrâneos e contemporâneos, me têm procurado, solicitando rememorar algumas estórias ocorridas em nossa terra, num passado mais ou menos recente. O fato é que, muitas vezes, muito nos cobram e pouco nos falam dessas estórias que vão caindo no esquecimento, mas que permanecem no domínio público ou no inconsciente coletivo. Juvêncio Vieira Carneiro …

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Eu conheci José (Zé) Bizarria Coelho desde a minha adolescência quando ele, já viúvo, residia vizinho à nossa casa, na Rua 13 de Maio. Solícito, amigo dos meus pais, sempre nos cumprimentava pela manhã, quando saía para o Cartório, localizado na Rua Ten. Sabino, atual Calçadão, nas proximidades do Hotel Oriente. Quase sempre ia a …

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A direção dos trabalhos de construção do açude foi, de início, confiada aos engenheiros Lauro Melo de Andrade, Gentil Ferreira e Hugo Sobral. Afastado da direção dos trabalhos por motivos de contaminação infecciosa, o engenheiro Lauro foi, então, substituído por Moacyr Monteiro Ávidos que, vitimado por uma febre endêmica tifoide disentérica, veio a falecer em …

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Muito anteriormente à construção do açude, como o temos hoje, o lugarejo chamava-se Villa de Piranhas. Pela Lei Estadual nº 424, de 28 de outubro de 1915, a vila passou a distrito, subordinado ao município de Cajazeiras. A vila ou distrito, como o queiram, berço do Senador Raimundo Lira, continua na mesma, mas, mais adiante, …

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Q filho de Barro, no Ceará, bem que poderia ter se naturalizado cajazeirense… Mas, nós o temos como um “cajazeirado” de primeira hora. Zerinho incorporou este “sobrenome” ao seu nome de batismo, certamente por motivação de “foro íntimo” cujas razões creio que nem mesmo os seus amigos sabem. Mas, o que todos sabem é que …

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