A Faisqueira do Gazeta


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Mistério – A Operação Andaime continua envolta em um grande mistério. Pouco se sabe do que estão sendo acusados os envolvidos e em função desta nuvem escura, circulam nas esquinas e mesas de bares de Cajazeiras tantas “estórias” que deixa todo mundo “baratinado”.

Mistério 2 – Até o momento nenhuma noticia é igual a outra e a cada conversa se aumentam mais ainda as fofocas e mentiras e no rojão que vai não ficará uma só pessoa nesta cidade que não esteja também neste “andaime”.

Mistério 3 – Dentre as noticias existem algumas palatáveis, que inclusive já tinha sido divulgada pela imprensa de Cajazeiras, de que um dos envolvidos, preso preventivamente, teria comprado uma casa e 20 terrenos de um loteamento num valor aproximado de quase um milhão de reais e que teria sido escriturado em nome de outra pessoa.

Mistério 4 – A prefeitura de Cajazeiras que foi alvo de investigação teve através de seu Procurador, logo após a saída da Policia Federal de suas dependências, que nada se relacionava a administração da Prefeita Denise e que muito menos a mesma teria sido alvo de denúncias.

Final de semana com feriado – As pessoas envolvidas na Operação Andaime levaram azar ao ter suas prisões prorrogadas por mais cinco dias em função de que, além de ter sido numa sexta-feira, no sábado e no domingo a Justiça Federal não teria trabalhado, e na segunda-feira foi feriado em Cajazeiras e Patos.

Final de semana com feriado 2 – Algumas pessoas, que foram intimadas para depor, só foram ouvidas na última quarta-feira. Os advogados de defesa que pretendiam entrar com pedidos de solturas, provavelmente devem aguardar o novo prazo que será no próximo domingo, dia 05 de julho.

Manifestações – Além das inúmeras pessoas que ficaram solidárias com as famílias dos envolvidos na Operação Andaime, o esturro mais forte teria sido dado por um cidadão, criticando o método adotado pela Policia Federal quando da execução dos mandados de prisões, o que considerou desumana, presumindo-se que, antes do julgamento, que se tratava de bandidos perigosos.

Resgate histórico – O cajazeirense Francisco Sales Cartaxo (Frassales) dá mais uma contribuição para a historiografia cajazeirense: foi publicado na última edição da Revista do Instituto Histórico da Paraíba mais um trabalho de sua lavra – “Cajazeiras no tempo de João Jurema”. João era irmão de Otacílio Jurema e foi, a exemplo do irmão, deputado estadual. Frassales precisa fazer chegar este ensaio às livrarias de Cajazeiras.

Nega de pés juntos – A vereadora e secretaria de estado, professora Léa Silva, nega de pés juntos e jura por todas as almas, que nunca cogitou ser candidata a vice-prefeita na chapa de Denise e o que pretende, e já estaria em plena campanha, é conquistar mais um mandato de vereadora de Cajazeiras. Mas que tem muita gente torcendo para ela ser candidata a vice, isto sim é verdade verdadeira.

Sem comemoração – No próximo dia 10 de julho, comemora-se o dia da elevação da Vila de Cajazeiras à categoria de cidade. Quando da sua emancipação, em 23 de novembro de 1863, o povoado ainda não tinha os predicados para se tornar cidade, fato que só ocorreu treze anos depois, em 1876 e passados 138 anos, somente uma vez houve comemoração desta data, que foi no seu centenário: em 1976. Mais uma data importante esquecida pelos cajazeirenses.

Consagração – Para a maioria absoluta, o senador Raimundo Lira, se consagraria perante os seus conterrâneos cajazeirenses se conseguisse emplacar: o asfalto para Boqueirão, a Universidade Federal do Sertão e destravar a homologação do aeroporto junto a ANAC, que somados à sua contribuição para a Escola Técnica Federal o imortalizaria.

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