Graças a Deus as eleições passaram. De um ano para cá, ou mais, desde que a famosa Operação Lava-Jato começou a ocupar a grande mídia, até depois da eleição, o que houve foi alguma coisa de absolutamente inédito em nosso Pais tropical, a ocupação em massa, que de um lado quer de outro; de nossas redes sociais e outros ambientes, que foi onde se desenrolou a guerra (guerra sim) de informações, legais ou não, injuriosas ou não, a todos os dias’ e quase a todo instante, nunca a famosa “Aldeia Global” de McLuham ficou tão patente/presente em nossas vidas.

Quando proibiram a movimentação dos insuportáveis carros de som fazendo as campanhas (ÔÔÔ, Lira é nosso Senador, reverbera até hoje nos meus neurônios cansados), mas foi substituído por uma ferramenta muito mais poderosa, as mídias sociais, tipo facebook e wattsap, substituíram com grandes vantagens. Foi algo que qualquer pessoa há uns 15, 20 anos não tinha a menor idéia de que fosse acontecer isso, e dessa forma.

O celular que hoje faz as vezes de tudo, se disponibilizavam notícias de todos os tipos e modos e com uma rapidez e velocidade sem nada que a gente pudesse ter como comparativo.

Agora, desde que nosso governador, e mais recentemente e com dimensão global, Donald Trump, ficou como que fazendo Atos de governança através do Twitter, no novo linguajar, “viralizou” e todo mundo, inclusive o locutor que vos fala ficamos a usar e abusar dessas ferramentas, com uma devoção quase de culto, ou mesmo de culto, pois quando eu era um bem sucedido dono de algodoeira, nunca eu tive o cuidado de voltar para casa, dar meia-volta no carro, para pegar o celular, e hoje fazemos isso sempre e com volúpia. A todo instante damos uma checada nos nossos grupos e redes sociais…

Nessa política, em que éramos acostumados a ir às esauinas “ver a passeaa”, ir aos comícios saber o que diziam os políticos, nem precisamos sair de casa. Uma fato, a fac da quê recebeu o candidato, hoje vitorioso, Jair Bolsonaro, foi como estarmos presentes em Juiz de Fora, soube duas versões díspares do episódio, como o deputado foi atingido, quem o atingiu, e as providências tomadas, até os médicos que o operaram ficaram conhecidos.

Nunca, nem nos tempos do nazismo, se veiculou tanto e nessa rapidez. As versões dos, advirto em daqui a dois dias (considerando que vemos estar na entrega do jornal narsários, (foi leve) as dos correligionários (foi gravíssima – o que se confirmou), o autor, tudo, passavam-se na nossa frente em tempo real, nem precisava ligar a tv, como no tempo da “menina Gabriela Nardoni”, nem no episódio da namorada morta pelo garoto que a matou quase ao vivo, hoje; é ao vivo mesmo.

Outras coisas, agora uma criação imortal do Preso Trump, são as fake News, o termo fake, (falso), quando eu morava nos U.S. era um termo quase sem uso, a primeira vez que eu o vi na nossa imprensa foi com respeito a Madddona – a “Fake blonde”, loura falsa, hoje está no nosso vocabulário cotidiano.

Tudo muda,há mais de dez anos, Bill Gates disse que de dez em dez anos teremos que reaprender tudo que sabemos, pois vem o novo e supera, minha neta de dois anos, usa melhor o samatphone do que eu.

Mas não era isso que eu queria transmitira nessas mal traçadas, é que a campanha passou, mas os ressentimentos, esses, ficam, com a diferença que numa dimensão maior já que tudo que você publica, o mundo inteiro trem acesso, e essa campanha como foi de muito baixo nível, as cenas lamentáveis daqui há muito tempo, podem “‘ser reprisadas.

P.S. – Dedico essas ao aniversariante do dia, meu amigo de eras imemoriais, Ubiratan de Assis, que lembrado pelas redes sociais, eu não me esqueci de seu natalício. É a boa face to face…

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